20 de janeiro de 2010

Meu conselheiro

Ouví falar de algo novo. Descobrí em mim um sentimento. Sensações desconhecidas. A falta imensa de um verdade mais sincera. Era a falta de amor. Falta de amar.
Não deiscutí. Ouví todas as músicas, cantei, ví todas as fotos de novo, lí todos os poemas, analisei as palavras, cada sentimento sub-entendido nas entre-linhas... Você amava. Estava feliz. Com outro alguém.
Ouví a última música. Não resistí. Lembrei... Chorei. Chorei. Deitei. Durmí...
Acordei no meio da noite e percebí que minha tentativa frustrada de atender ao meu novo conselheiro, havia me deixado muito mais frágil... eu sentia uma falta tremenda de um sentimento perdido. O conselho que eu atendí fez-me, como costumeiramente, vazia. O que dantes estava escondido entre lembranças e memórias, havia ressucitado com as palavras do conselheiro... Mas não o culpo por me fazer lembrar. Culpo a mim. Por ter dado espaço à esse sentimento tão perverso!
Mais tarde descobrí que o tal sentimento chama-se: saudade.
Meu conselheiro fez-me um bem bem maior que meu sofrer. Mostrou-me o que é saudade. Mostrou-me que também a sinto.
Sinto saudades. Saudades de você amor!
Estou bem mais certa agora. E sei que nada devo esquecer, nem posso. Perdão conselheiro. Mas seu conselho fez sentido contrário.

TaynnáChaves.
À Kaydson Gustavo, meu novo conselheiro.
Obrigada amigo, você tem sido tão importante de vez em quando.. Digo... Sempre! ;D

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