6 de março de 2010

Palavras traidoras

As coisas tremem para confundir-me, temem entrar em foco. Os vidros quebram-se no silibar de minhas palabras... Meus passos deixam rastros no chão manchado de um passado.
O moder de lábios e o baterde pernas excitam minha mente em antiteses sem nexo. Os ruídos em minha mente e o ambiente silencioso perturbam minha medida de proteção a sanidade.
O nervorsismo que se espalha, de célula para célula, mortifica os órgãos por onde passa. Creio que não possa chamá-lo de torpor, só há um ser que me entorpece, um ser que é real mesmo que eu não queira acreditar.
Há uma voz que grita culpa pra mim e todas as alertas acendem-se para que eu tenha certeza do quanto a culpa é da minha teimosia... Mas substâncias fogem, fracas, pelas células mortas e abrem um sorriso em meus lábios porque aquilo foi inspirador e eu sinto as frases brotarem mente afora.
Mas algo me pesa e aborrece meus pensamentos porque as palavras expressas em minha grafia detestável tiveram um baque constrangedor, o assustaram. E minha manipulação começa a falhar porque não mais estão ao meu favor: se voltam contra mim... Me enfraquecem... Me fazem fugir sem permissão...

Taynná Chaves.

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